QUE BLOG É ESSE?

Caro leitor(a), este blog não tem por objetividade ser um noticiário de acontecimentos ligados ao surf competitivo,ao surf como indústria, a mídia surfística, mas sim tem como principal objetivo ser um espaço aberto para discutir idéias mirabolantes ou não relacionadas ao mundo do surf e o surf no mundo. Emoções vividas, causas que atingem ao senso comum, polêmicas relacionadas ao assunto, todos estes serão expostos como simples esboço de uma idéia pertinente afim de se criar um diálogo.O blog funciona da seguinte forma: eu terei um compromisso com o blogonauta de todos os finais de semana mânte-lo atualizado, portanto a cada semana o blog contará com pelo menos um post atualizado.Assim funciona o nosso mundo e o surf, seja bem vindo e volte sempre!
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quinta-feira, 16 de julho de 2009

Superbanks no Brasil??




Essa foto aí de cima é a última capa da revista/jornal Solto, uma excelente revista por sinal que há algum tempo venho acompanhando.
É uma foto impressionante, essas lindas linhas não saem da minha cabeça, mas enfim, aonde é esse pico?
Isso ae é Torres – RS, uma praia que não é muito conhecida pelo potencial de suas ondas, mas na verdade é um pico bem constante palco de diversos campeonatos locais, estaduais e até nacionais e nas condições certas é show de surf. Essa foto sem dúvidas foi registrada num daqueles dias que temos que dar um jeito de largar tudo, trampo, facul e qualquer outro compromisso para poder aproveitar...
Na revista, mas precisamente a edição 53 da mesma, não diz quando foi esse dia, só informa mesmo o pico.
É de se ficar abismado com esse potencial... agora não sei se para rolar essas direitas é preciso de uma combinação muito grande de fatores... talvez sim, pois nunca tinha ouvido falar nelas, mas que elas rolam, rolam... a prova está aí!

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quinta-feira, 2 de julho de 2009

Válvulas de escape.

esse é o nosso santo remédio...

O cotidiano das cidades já lhe estressa muito não é verdade? Bom, ainda bem que somos seres privilegiados então. Privilegiados porque não é qualquer ser humano que tem a dádiva de ter o dom e a alegria de viver sem deixar se abater porque qualquer problema que exista. Sim, porque na verdade, como diz minha querida mãe, viver é resolver problemas. Todos os dias temos um novo para resolver e nossas mentes precisam estar em plena forma e também em plena sintonia com nosso corpo saudável para que as coisas se tornem “mais simples”. O bom de você ser surfista não é só poder se desligar da rotina sempre que pode dar aquela fugida para a praia durante a semana. Na verdade o bom de ser surfista é aquela renovada na alma que conseguimos dar a cada banho de mar, a cada caída diferente num pico diferente ou mesmo no quintal de casa. Pelo menos eu creio nisso, na renovação das nossas almas, na purificação que esse esporte pode trazer para nossas mentes. Acho que todo surfista é um ser viciado, um dependente de uma droga completamente saudável e salutar que é o surf. Eu cheguei há um ponto em que se deixo de surfar por um longo período de tempo, (2 semanas para mim já é muito) minha imunidade já baixa de tal forma que pego resfriados, gripes,e outras mazelas. Incrivelmente que mesmo com frio, chuva, sol, calor o surf nunca me deixou doente, muito pelo contrário, ele é um remédio que me torna uma pessoa cada dia mais saudável e porque não tranquila.
Muitos talvez possam achar um exagero tudo isso que eu acabei de escrever, pode até ser para uns, mas sei que quem realmente sente esse feeling sabe do que estou falando. Nós surfamos, outros jogam tênis, outros ainda assistem a programas banais da TV brasileira, outros são músicos, outros buscam o caminho das drogas para se desligar... enfim há tanta opções nesse mundo como válvulas de escape da nossa rotina estonteante que eu agradeço todos os dias por ter feito uma das escolhas mais certas da minha vida: a de deslizar sobre as belíssimas ondas dos nossos oceanos, junto das nossas queridas amantes eternas, as pranchas!

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The pure Feeling!



Baixar filme completo:

http://www.megaupload.com/?d=S73V85XJ

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domingo, 21 de junho de 2009

Mais um WCT Brasil vem aí...


Vila de jeito!

Que “côsa” linda já diria o saudoso manézinho, WCT Brasil Imbituba, sinônimo de festas, gente bonita, muito surfe e boas ondas. Já estou ansioso para o início do evento!
A famosa praia da Vila em Imbituba voltará a receber a etapa, agora entre os dias 27/06 à 05/07. A promessa é de boas ondas, pois a etapa ocorrerá nos meses de constantes swells de sul.

O legal da praia da Vila é que nesses últimos anos não tem deixado a desejar em termos de qualidade de ondas para nenhum pico durante o tour. Foi assim ano passado e em 2007 também, onde tivemos ótimas ondas elogiadas por todos os tops inclusive Mr. Kely. A etapa de 2007 ficou gravada na história do nosso país como uma das melhores já feitas aqui no Brasil, e naquele ano foi uma das melhores do Tour.

Show do The Beautiful Girls, surfe de primeira qualidade, ondas de alto nível e muito alto astral. Você vai ficar de fora dessa?

Partiu sentido sul então...

ps.: prepare bem o carro e dirija tranquilo para enfrentar o rally da BR 101 do sul do estado.

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sábado, 30 de maio de 2009

A “auto-afirmação” no universo surfístico

Indonésia 2009 - foto: Ismael Passos
(as vezes uma onda perfeita quebrando solitária na bancada é tão bonita de se observar quanto um bom surfista à desenhando)


Assim como todo o esporte tem competição, seja ela de qualquer forma e sobre qualquer coisa que envolva esse esporte, com o surf isso não poderia deixar de existir. Temos as competições de surf profissional e amadoras, com a finalidade de fomentar o esporte, dar estrutura e profissionalismo a ele, e por fim a escolha da melhor equipe, melhor atleta, melhor marca, e assim por diante. Não reclamo nem faço uma crítica a isso por que isso tem que realmente existir, é a competição “saudável” dentro do esporte. Na verdade todo o ser humano de uma certa forma ou em alguma fase da vida é movido pela competição, seja no esporte ou em qualquer outro ramo de nossas vidas.
Mas o surf não é um esporte qualquer, na verdade o surf não é apenas um esporte, é algo muito maior, é um estilo de vida, uma maneira de se comportar, de se vestir e uma das maneiras mais saudáveis de se relacionar com a natureza e o mar, encontrando valores reais da vida onde muitos assim como eu, acham no surf a verdadeira essência do viver. Então a competição no surf é algo tão pequeno comparado com a grandeza desse esporte que ela não pode ser o fator principal que nos rege sobre a prancha, seja que tipo de competição for, como citei acima no texto. Por exemplo, hoje dentro do surf temos rixas de competições não somente entre competidores, mas no free-surf de cada dia também, essa parada de se “auto-afirmar” é muito comum entre nós surfistas, frases como: “Eu sou o quebraceira” , “você é o merrequeiro”, “só caio em mar grande” “quem não é big rider não é surfista de verdade”, “na minha praia quem manda sou eu” entre outras são muito comuns entre os surfistas e acabam que na maioria das vezes gerando competições desnecessárias, mesquinhas e um orgulho próprio de se auto-afirmar como o “mais foda”. O(a) surfista nessas ocasiões volta a ser uma criança mimada achando que é melhor do que os outros só porque tem a coleção completa dos Comandos em Ação. Como já expliquei o surf não é auto-afirmação, e quem não entende isso é porque ainda não entendeu a verdadeira pureza desse nosso amado esporte. Em vez de ficar esnobando ou tentando ser o mais quebraceira, o big rider mais casca grossa, seja mais surfista. Contemple mais o mar, seus amigos e a vibe boa que vem do oceano. Que tal ir um dia na praia, subir o costão e ficar observando a imensidão azul que tem a sua frente com os pássaros cantando ao fundo e o barulhos das vagas batendo no costão? Você verá que é um ser insignificante perante esse nosso mundão azul!

Good vibes!

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A "TELE-VISÃO" do brasileiro


É incrível o papel impressionante que aquela “caixa geradora de imagens” exerce sobre a mente da grande maioria das pessoas. Pessoas que necessitam de informações diariamente para que possam estar a par dos acontecimentos e fatos que os cerca e dos acontecimentos que formalizam aquele mundo exterior em que realmente só conhecem através da própria TV. Ao mesmo passo que essa pessoa necessita de informações, quer se divertir também, quer se entreter. Pois bem, como a grande maioria da população brasileira não tem seu lado intelectual plenamente desenvolvido a televisão passa a ser o principal núcleo gerador de informações onde ela buscará tudo que achar necessário para sua total satisfação momentânea das necessidades expostas acima. Se prevalecendo disso, a grande mídia, especialmente a televisiva, se torna o principal partido político no país. Por que? Simplesmente
porque a grande mídia não se interessa pela opinião massiva da sociedade, ela simplesmente consegue mascarar as informações de tal maneira que o telespectador ou o leitor acaba que acreditando em tudo que lhe é falado ou transmitido seja de qual forma for. É justamente pela falta de informação adicional, pela falta de educação do povo que a mídia atual consegue o papel de manipulação que tem hoje.
Como grandes empresas capitalistas que são as emissoras televisivas são apelativas para conseguirem o que querem e muitas vezes apelam para o sensacionalismo para poder garantir seu IBOPE, seu lucro e poder ser mais forte que a concorrente, grudando o telespectador em uma mesquinharia de informações muitas vezes banais e maquiadas, desviando a atenção do povo para o que realmente é importante. Sempre por trás de toda a mídia há interesses fortíssimos de grandes empresas que querem seus produtos divulgados, interesses políticos que querem que suas falcatruas sejam acobertadas e muito interesse da parte dos políticos também que querem que suas campanhas, seus mandatos sejam bem quistos e bem aceitos aos olhos do povo, custe a verdade que custar.
Um exemplo de banalidade na grande mídia hoje é o programa Big Brother Brasil da TV Globo, um programa que conseguiu recordes de audiência mostrando ao próprio Povo o cotidiano de alguns cidadãos brasileiros trancafiados em um casa, numa espécie de colônia de férias em que não fazem simplesmente nada a não ser exibir seus próprios egos diante de varias câmeras espalhadas durante 3 meses para poder ganhar o premio máximo de 1 milhão de reiais. Por que tanta audiência em cima de um programa deste? Porque o brasileiro vê ali o reflexo de seu cotidiano banal e seu ócio mental, que infelizmente é guiado pelo que a própria TV o mostra e ao mesmo tempo induz.
Em virtudes desses fatos aonde fica a opinião do Povo? Ela não fica em lugar algum porque sua opinião é formada desde cedo por aquela caixinha geradora de imagens que a atrai muito mais do que qualquer outra fonte de informação ou cultura. Infelizmente este é o quadro para a maioria da população de um País subdesenvolvido que não facilita os investimentos em educação para que seu povo possa se desenvolver plenamente, mas consegue facilitar ao máximo o crédito para aquele ser miserável comprar sua televisão a cores. E o ciclo se renova.

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quarta-feira, 13 de maio de 2009

Mantenha sua menta aberta!

Pegue sua senha: respeito!


Realmente é complicado lidar com pessoas, algumas são mais introspectivas, outras mais extrovertidas, outras não sabem ao certo o que são e também não deixam que outros saibam, algumas se acham donas de outras pessoas, outras se acham donas do que não é seu de direito, outras não se acham donas de nada, nem mesmo de seu próprio ser. Algumas pessoas pensam que a vida é fácil, poucas tem a certeza disso, pois realmente tem a vida fácil, outras sobrevivem, algumas dividem, outras só querem lucrar e lucrar. Algumas pessoas conhecem muita gente outras não conhecem muitas porém, preservam boas amizades.
Acho que está aí algo que realmente é de grande valia nas nossas vidas: as pessoas que conhecemos e que de alguma forma traçamos um laço, um vínculo afetivo. Creio, acredito nisso, assim também como acredito que não escolhemos as pessoas que fazem parte de nossas vidas, elas simplesmente chegam e nossa percepção intuitiva as aceita como elas são. A escolha não é a gente que faz na grande maioria das vezes, mas sim nossa intuição, como algo involuntário. Mas ao que me parece depois de conhecermos as pessoas, deixamos a tolerância de lado, essa mesma tolerância que parece sumir cada vez mais à medida que a grande mídia produz uma nova novela que a cada capítulo mostra uma nova guerra entre as diferentes personalidades , deixando claro para muitos, que a novela é o retrato da vida real e que as pessoas devem acreditar e acreditam mesmo nisso moldando suas vidas, muitas vezes sem perceber, da mesma maneira que aquela “caixinha geradora de imagens” nos impõe.

A novela é apenas um exemplo, poderia educar o povo em horário nobre, poderia entreter, mas ao invés disso te dá uma “má dica” de como agir com certa pessoa no teu dia seguinte. É complicado você tentar pregar a paz de espírito, se a regra, a tônica mundial é agredir, agrida para não ser agredido, ou agrida primeiro porque vão te agredir. Isso se reflete até no trânsito, na auto-escola a gente é educado para manter a direção defensiva sempre, mas não é o que se vê nas ruas da cidade. A lei é contrária, direção ofensiva e ao invés do pisca liga-se o fôda-se.

Falta um pouco mais de tolerância, falta um pouco mais de amor, se tentarmos ser um pouco mais tolerantes, mais pacientes, com menos rancor e mágoas podemos melhorar não só nossas vidas como a das pessoas que amamos. O grande negócio é manter sua mente sempre aberta a novas idéias, novos ares além de tentar compreender, ainda que não te agrade, o outro lado da moeda. Compreender não significa aceitar, mas sim evitar o conflito direto, acho que o principal mesmo se resume em uma palavra: RESPEITO. O respeito é a base, sem respeito não há tolerância e as diferenças entre as pessoas existem e precisamos respeitar. Parece óbvio, mas se lembrarmos das nossas últimas discussões veremos que na maioria das vezes tudo começou pois um não respeitou o modo de agir, a maneira de pensar e etc. da outra pessoa. Podemos não concordar, mas precisamos respeitar, imagina se o mundo todo pensasse da mesma forma? Seria trágico e melancólico.

Acho que nós, que dizermos ser surfistas e que rotulamos uma imagem positiva quanto a saúde mental, física e que também pregamos a paz de espírito que esse esporte nos proporciona, precisamos nos reciclar diariamente, pois nossas praias hoje estão cada vez mais cheias de gente para surfar, tornando-as “crowdeadas” de “seres humanos de todas as espécies”.Por mais que muitos torçam o nariz muitas vezes, (eu também fico puto com muita crowd) isso é bom, é óbvio que é bom, faz crescer nosso amado esporte e de quebra para os que realmente conseguem absorver a essência do surfe, nos ensina a ser seres humanos melhores. Mas também tem o lado ruim da crowd, pela falta de respeito de alguns e também pela falta de tolerância de outros, deixamos de lado o surfe e entramos no stress total. Parece que ao invés de irmos para o paraíso, nos desligar da sociedade dos falsos valores, somente trocamos de ambiente.

É complicado vir aqui com esse tom de moralidade e depois não colocar isso em prática, mas é bom sempre nos lembrarmos disso ainda mais nessa época do ano, épocas de confraternizações e comemorações. É muito importante deixarmos nossas diferenças de lado, abrir nossas mentes, sermos mais tolerantes e respeitosos, amarmos mais sem medo de ser feliz!Faz bem pra vida, bem pra você, para o outro e a vida se torna mais agradável de se levar. (Não to apaixonado não! Hahah)

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A Revolução que nos cabe

Como podemos mudar alguma coisa?


A questão na verdade é que o problema de Florianópolis é o problema do Brasil que por conseguinte é o problema mundial. O buraco é muito mais em baixo. O problema do mundo é estrutural. É preciso mudar a estrutura do mundo, o sistema que é de exclusão de muitos e inclusão de poucos. Mas todas as idéias boas que surgem são "socialistas" demais e infelizmente hoje o mundo não tem nada de social. Incrivelmente tornaram o bem social comum a todos como algo utópico. As pessoas estão cada vez mais egoístas e gananciosas, orgulhosas e insatisfeitas com tudo, infelizes. O sonho mundial e a tônica de todos é correr atrás do tempo para juntar pedaços de papel que nós mesmos demos demasiado valor. Os sentimentos, o amor ao próximo, o "feeling" da vida está cada vez mais deixado de lado, está cada vez mais sumido de nossas expressões, dos nossos rostos que hoje estampam lábios secos e retos, em nossas pernas que andam num passo cada vez mais frenético no meio do calçadão cercado da multidão que não se comunica entre si. Falo nós quando me refiro a massiva maioria. Essa é a realidade. E por quê não se muda isso? A resposta é muito simples: porque não há interesse. Há interesses globais e capitalistas dos dominantes para que a situação continue como está. A globalização atual que atinge a "todos", que te faz saber o que está acontecendo do outro lado do mundo nesse mesmo instante, é a mesma que não informa. É a mesma que deturpa a informação. A grande maioria é desinformada por isso não existe uma consciência global. A globalização ou a mundialização, como queiram foi idealizada disfarçadamente como algo que pudesse unir os povos. Em tese em algumas ocasiões isso pode ser sim bem verdade, mas na sua intuição plena ela é totalmente enganadora e incoerente. Hoje serve muito mais para confundir do que para clarear. É essa metralhadora de informações que na verdade não nos informam nada que as pessoas acreditam e infelizmente são essas informações que circulam livremente por interesse de alguns que dominam.

Há realmente uma solução?

Sim, com certeza há! Mas a curto prazo só podemos remediar a doença mundial votando em políticos bem intencionados e no caso de não haver políticos bem intencionados o voto nulo também é uma boa opção. Talvez daqui uns 500 anos, talvez mil, sei lá, mas daqui a muito tempo as coisas realmente estejam num patamar mais elevado e com certeza esse período em que vivemos será lembrado na história como um período negro, assim como as guerras mundias hoje são lembradas, a ditadura, a idade média dominada pelo cristianismo e assim por diante...O que podemos fazer por agora é mudar nossas vidas. Não podemos querer mudar o mundo ou mesmo melhorá-lo se não nos esforçamos para mudar nossas vidas para melhor e das pessoas que amamos e que estão mais próximas de nós. Ações localizadas em prol de algum senso comum, este é o início da Revolução!

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