QUE BLOG É ESSE?

Caro leitor(a), este blog não tem por objetividade ser um noticiário de acontecimentos ligados ao surf competitivo,ao surf como indústria, a mídia surfística, mas sim tem como principal objetivo ser um espaço aberto para discutir idéias mirabolantes ou não relacionadas ao mundo do surf e o surf no mundo. Emoções vividas, causas que atingem ao senso comum, polêmicas relacionadas ao assunto, todos estes serão expostos como simples esboço de uma idéia pertinente afim de se criar um diálogo.O blog funciona da seguinte forma: eu terei um compromisso com o blogonauta de todos os finais de semana mânte-lo atualizado, portanto a cada semana o blog contará com pelo menos um post atualizado.Assim funciona o nosso mundo e o surf, seja bem vindo e volte sempre!
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quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Música eletrônica no surf???

Há uma certa revolução nos filmes atuais de surf... não há como negar que hoje os filmes de surf estão melhores, com melhores imagens, melhores ângulos e etc. obviamente isso já era previsto pois a tecnologia evoluiu e evolui de uma maneira muito rápida, com isso as coisas mudam também. Na maioria das vezes ganham em qualidade.

O mais interessante ao analisarmos os filmes de surf atuais, como parte de uma revolução e também de uma nova tendência é você reparar nas trilhas sonoras destes filmes. Cerca de uma década atrás as músicas que mais brilhavam nos filmes de Taylor Steele, (talvez esse seja o Seteven Spielberg dos filmes de surf ) eram sem sombra de dúvidas o hardcore. No começo era muito barulho, ninguém curtia muito não... depois de assistir algumas centenas de vezes sessões clássicas como a de Kelly no focus embalado pelo som de Pennywise, não havia como você não curtir o hardcore. Hoje vemos nos filmes de surf cada vez menos hardcores e cada vez mais músicas eletrônicas, há quem considere que essas músicas não têm muito a ver com o surf... logo no início quando começaram a aparecer os primeiros filmes de surf com uma trilha mais eletrônica também pensei o mesmo, mas com o tempo reparei que existe uma gama de variedades de música eletrônica e ela não se resume ao famoso batistaca que muitos saudosistas dizem se tratar.

Admito que eu era um desses que pensava que música eletrônica era tudo a mesma coisa, batistaca. Hoje já vejo de uma maneira diferente... depois de assistir alguns filmes novos, como Stranger Than Fiction, Days of the Strange, FoQueiu!, Young Guns 3, Trilogy, entre outros mais recentes, comecei a me empolgar com esses sons (eletrônico) assim como me empolgava com o hardcore, e realmente são músicas que dão uma pilha, tem uma batida boa, um balanço e dão vontade de dançar, surfar, e curtir uma balada...
O gênero que mais se ouve hoje nos filmes atuais de surf é o Electro Rock, é esse eletrônico que mistura batidas frenéticas e uma pitada de rock. Depois de torcer o nariz, aprovei!

Aqui segue um víedo do Digitalism um dueto alemão, eles são um dos mais conceituados nesse gênero de electro rock da atualidade. Digitalism aparece constantemente nas trilhas dos novos filmes. Eles fazem um bom som, vale a pena ouvir na boa. Abaixo um outro link com um cd deles para baixar. Vale a pena, os caras mandam bem e existe sim qualidade no som eletrônico, bote fé e ouça sem preconceito!




http://www.4shared.com/file/39890296/908bea4b/01_-_2007_-_Digitalism_-_Idealism__Up-By-Mark_.html?s=1

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domingo, 21 de junho de 2009

The Beautiful Girls no WCT



Muito boa banda, The Beautiful Girls é uma daquelas bandas que você ouve uma música e logo já quer ouvir o cd inteiro. É paixão a primeira “ouvida” mesmo, nunca me esqueço quando ganhei um DVD do meu pai já há alguns anos atrás, o Fuso Horário, um filme de Rafael Mellin, muito legal o filme até, que conta com uma trilha sonora muito bem produzida. A primeira música que ouvi foi Morning Sun, na sessão do Binho Nunes em Macarronis num daqueles dias lindos como só nas Mentawaii a gente vê. Um som eletrizante!

The beautiful Girls vai vir tocar aqui no Brasil durante a festa de abertura do WCT exatamente no dia 27 do mês corrente na famosa casa noturna Mar Del Rosa. Um showzão imperdível para quem curte boa música , gente bonita e alto astral.

The Beautiful Girls e surf, sintonia perfeita!

Informações sobre as festas do WCT no Mar Del Rosa: http://www.mardelrosa.com.br/

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terça-feira, 9 de junho de 2009

Hardcore "trabalhado"

Worlds


Tem muitos aqui que talvez conheçam essa banda, outros talvez não ainda.

É uma banda muito boa, faz uma espécie de hardcore melódico, sonzeira de primeira, riffs trabalhados com alguns solos e muitas escalas. Farside sem dúvidas é minha banda preferida de hardcore e de muitos surfistas que gostam dos clássicos de Taylor Steele da década de 90.

Hoje a banda não existe mais, mas suas músicas ainda estão aí pilhando muita gente. Como toda banda boa californiana os caras tem uma pegada muito surf no som.
Vale o confere, pra quem quiser conhecer mais, segue abaixo 2 links com informações da banda e o terceiro um álbum clássico deles para baixar.

http://www.myspace.com/moralstraightjacket

http://www.punknet.com.br/materias/impressao.php?id_materias=436

http://www.4shared.com/file/35207517/dce6558a/Farside_-_Rochambeau-1992.html?s=1

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domingo, 24 de maio de 2009

É a vibe boa que está no ar!




Curte uma pegada de Jazz, misturando um pouco de hip-hop e soul, e uma levada bem roots no som? Bota tudo isso no liquidificador e o resultado você tem Erikah Badu. Com 6 álbuns lançados oficialmente a cantora já recebeu diversos prêmios ao longo de sua carreira que não é das mais longas no cenário musical mundial, seu primeiro grande álbum de destaque só veio no ano 2000, intitulado de Mama’s Gun.

Erikah também fez parcerias de sucesso que deram muita fama a ela, como é o caso da música acima, com o Stephen Marley e também a parceria com a banda The roots, emplacando a bela canção “You got me”.

Aperta o play ae, e para você que foi no Waillers nesse último sábadão aqui em floripa, continua aí então na vibe boa ouvindo essa sonzeira!

ps.: Erikah nasceu para o mundo em Dallas – E.U.A, em 26 de fevereiro de 1971.

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quarta-feira, 13 de maio de 2009



Então a pouco tempo assisti um vídeo no youtube mostrando o órgão do mar, indicado por uma amiga. Achei super legal a iniciativa e dei uma pesquisada sobre ele.
“Situado na costa de Zadar uma cidade da Croácia, encontramos o Órgão do Mar, degraus cravados em rochas que têm em seu interior um interessante sistema de tubulações que quando empurradas pelos movimentos do mar, forçam o ar e, dependendo do tamanho e velocidade da onda, criam notas musicais, sons aleatórios. Criado em 2005 e ganhador do prêmio europeu para espaços públicos (European Prize for Urban Public Space), o Órgão do Mar recebe turistas de várias partes do mundo que vêm escutar uma música original que traz muita paz. O lugar também é conhecido por oferecer um belo pôr-do-sol, o que agrada ainda mais as pessoas que visitam a localidade. Zadar é uma bela cidade litorânea da Croácia que foi duramente castigada durante a 2º Guerra Mundial. A criação do Órgão é também uma iniciativa para devolver um pouco do que o lugar perdeu com tanta destruição e sofrimento. “

Fonte: http://www.natalino.com.br/sinaleiro/archives/000620.html

nesse site também mostra como funciona o órgão.

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Música, barulhos, sons e sonoridade.



Qual seu tipo de música preferida? Todos nós com certeza temos um gosto refinado pela música, ou pelo menos achamos que temos. Mas enfim, realmente existe os que entendem de música, os que entendem um pouco e os que não entendem absolutamente nada e acham que entendem. Os que entendem geralmente são pessoas estudadas em música, são músicos por excelência. Mas a música não é algo tão seletivo assim, ou é? Preciso estudar música para realmente entendê-la? Respondo a essas perguntas comparando a música como uma escola, você começa que nem no “prézinho” começa ouvindo aquelas músicas menos elaboradas e a medida que você cresce e evolui como ser passa a ouvir músicas que você considera mais elaboradas, mais bem compostas e assim passa etapas como na escola, 2° grau e etc.... Sinceramente, no alto da minha prepotência se alguns assim acharem, eu lhes digo que também não entendo muito de música não, voltando a comparação com a escola, digamos que eu esteja numa 5ª , 6ª série no máximo. Um semi-analfabeto. Na minha modesta opinião uma parte do entendimento musical não significa que você tenha um bom ou mal gosto pela música, mas significa que você entende o que você está ouvindo e aprova aquela sonoridade. Entender o que está ouvindo não se restringe somente a entender a letra, mas toda a composição da música, que envolve obviamente os acordes e os sons produzidos por seus instrumentos. Creio também que você pode aprovar uma sonoridade, um tipo de música, mas não gostar da mesma. Como exemplo uso a música erudita, que na real pra mim aquilo é ciência e não música. Os caras compõe as músicas perfeitamente de uma maneira complexa e harmoniosa. É música da mais alta qualidade, mas sinceramente é um tipo de som que não me atrai nem um pouco.É aí que entra os mais variados tipos de gostos pela música. Mas outra coisa que é importante salientar que existe o gosto com a crítica e existe o “trouxa” que gosta pela “modinha”. Trouxa de correnteza como diria minha mãe, aquela trouxa de roupa das lavadeiras que cai no rio e é arrastada pela correnteza. Esse tipo de pessoa ouve a música do “momento” e gosta da mesma só porque é do “momento”, seguindo nessa linha de raciocínio, sua cabeça deve ser de “momento” também. Mas os mais variados gostos pela música existe e isso é inegável e cheguei a conclusão também que é indiscutível, realmente aquela máxima a respeito de gosto cai muito bem pra música também: “gosto é que nem cú, cada um tem o seu” e ponto final. A música que me atinge de alguma forma pode não atingir a outra pessoa da mesma forma que me atinge. Por isso que para eu ela vai soar com uma sonoridade bacana e para aquela outra pessoa não passará de barulho. Música também é momento. Muitos se consideram ecléticos, mas todos nós temos um determinado tipo de música que gostamos mais, que ouvimos mais. Para muitos também música é puramente arte e dança. Para eu, música é arte, é comportamento, é sonoridade, é momento, é dança, é barulho, é ciência, é complexa e é simples, é o som em forma de melodias harmônicas que te atinge de alguma maneira, seja para dançar, para refletir... ou simplesmente para “meter aquela pilha” antes do surf.

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